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Projeto de revitalização do Cais Mauá é apresentado em Porto Alegre; veja imagens

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Projeto de revitalização do Cais Mauá é apresentado em Porto Alegre; veja imagens

Proposta prevê retirada de trecho do muro, elevação do piso, integração arquitetônica com a cidade e instalação de prédios residenciais.

Leilão para concessão do espaço e alienação do setor público para a iniciativa privada, segundo governo do RS, está previsto para maio de 2022.

Projeto do Cais Mauá, em Porto Alegre (RS) Consórcio Revitaliza/Reprodução O novo projeto de revitalização do Cais Mauá, em Porto Alegre, foi apresentado na tarde desta quinta-feira (25) no Palácio Piratini.

A previsão do governo do estado é que o leilão para concessão do espaço e alienação do setor público para a iniciativa privada aconteça em maio de 2022.

De acordo com o Consórcio Revitaliza e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o investimento gira em torno de R$ 1,3 bilhão, sendo R$ 300 milhões nos primeiros cinco anos.

"O cais é parte da cidade.

Ele não é o centro, mas faz parte do Centro.

É a memória, é a área que traz seu nome para a cidade", afirma Renato Dalpian, arquiteto do Consórcio Revitaliza.

Leia mais: Governo assina contrato de concessão de área revitalizada no Cais Mauá Projeto de revitalização parcial é apresentado em Porto Alegre BNDES abre consulta pública para empresas interessadas em elaborar projetos A intenção é alienar o setor das docas do poder público para o privado, para instalação de edifícios residenciais e corporativos, e reinvestir em outros dois trechos, do Gasômetro e dos armazéns.

O primeiro levaria de 10 a 15 anos de desenvolvimento, enquanto que os demais, cerca de três.

Trecho do Gasômetro (41,5 mil m²): gastronomia e esportes náuticos Trecho dos armazéns (52,4 mil m² e 21,6 mil m²): pavilhões de exposições e eventos, complexo tecnológico, complexo cultural, área de coliving, área de alimentação e conveniências, área operacional e bombeiros Trecho das docas (65,6 mil m²): três docas com edificíos residenciais (70%) e corporativos (30%) e hotel Trecho dos armazéns do Cais Mauá ganharia novo piso e reforma arquitetônica no pórtico Consórcio Revitaliza/Reprodução O governador Eduardo Leite (PSDB) destacou que, para a elaboração do novo projeto, precisou rescindir o contrato anterior, que considerava com prazo estreito para que o investidor extraísse o retorno.

Com isso, retirou o trecho da poligonal do porto (de responsabilidade da União) e buscou inspiração no Brooklyn Bridge Park, em Nova York, para criar o novo modelo.

"É um projeto que nos entusiasma e de uma força simbólica para o estado.

O impacto que ele tem, além da repercussão econômica, dos empregos, na auto-estima e na visão do futuro aonde queremos ir", afirma.

Sistema de proteção projetado para o Cais Mauá, em Porto Alegre Reprodução O projeto prevê ainda a retirada de parte do muro, desde próximo ao Gasômetro até o trecho central, e criar um novo sistema de proteção.

Entre as ideias propostas, está a elevação do piso em 1,2m com barreiras removíveis.

"Hoje o muro protege a cidade, mas não protege o cais", defende Osmar Lima, chefe do departamento de estruturação de projetos imobiliários do BNDES.

Projeto do Cais Mauá, em Porto Alegre (RS), no trecho do Gasômetro Consórcio Revitaliza/Reprodução O que deve mudar Entre as mudanças projetadas, está a instalação de um chão público de aproximadamente 149 mil m², que representa 82% do total das áreas do Cais Mauá.

Além disso, criaria um edifício de educação e serviços, próximo à Praça Brigadeiro Sampaio, a Praça de Guindastes, um boulevard com ciclovia, área de convivência e contemplação para o rio, revitalização do pórtico central A projeção do consórcio Revitaliza é que sejam gerados 45 mil empregos diretos, durante a obra, outros 5 mil indiretos, além de 4 mil permanentes após a conclusão.

A expecatativa é que cerca de 15 mil visitantes circulem todos os dias na região.

"A gente olha para o passado com muito orgulho, mas não vivemos do passado.

Vivemos da expectativa do futuro, e temos que saber ressignificar aquilo que se soube fazer ao longo da história de acordo com o novo momento histórico.

O porto, que carregou muito das nossas riquezas do estado, agora vai carregar novas riquezas e ser uma alavanca de uma nova economia, que exige encontros.

Por isso, não pode estar escondido atrás daquele muro", conclui Leite.

Trecho das docas, no projeto do Cais Mauá, em Porto Alegre (RS) Consórcio Revitaliza/Reprodução Vídeos: Tudo sobre o RS


Publicada por: Rádio Cidade 100.7 FM

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